O Último Tiro é um memoir de quem sobreviveu ao que muitos não sobrevivem — e decidiu contar.
Com escrita confessional e visceral, Olivia Stefanovits narra sua jornada através das drogas, do transtorno de personalidade borderline e de um sistema de saúde mental que ainda insiste em prender onde deveria libertar. Um relato que não poupa o leitor nem a si mesma: da destruição à reconstrução, do silêncio imposto ao grito que virou livro.
Mais do que uma história pessoal, O Último Tiro é um ato político. Lançado no dia seguinte ao Dia da Luta Antimanicomial, o livro dialoga com um movimento que questiona manicômios, medicalização compulsória e o abandono disfarçado de tratamento. Aqui, o corpo que sofreu se recusa a ser apenas diagnóstico.
Para quem já esteve no fundo. Para quem ama alguém que esteve. Para quem acredita que literatura pode ser, também, resistência.
Olívia Stefanovits é escritora e criadora de conteúdo para o Instagram e Substack. Tem um livro publico, o Último Tiro (2026) e publica semanalmente no Substack. Atualmente está tocando um clube de leitura apenas de livros com caráter confessional. O Último Tiro é um memoir visceral de violências que viveu sob o diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline e dependência química em clínicas de "recuperação". Apesar da densidade do conteúdo, o texto é fluido. Está disponível para venda diretamente no site dela e também na Amazon, em Kindle ou livro físico. Por ora, escreveu apenas não-ficção.