O sorriso é aberto.
O caminhar é lento.
O presente é paralelo,
e ela brinca.
O pai a espera,
a mãe a visita,
o marido é o sogro.
Ela chora, sorri.
Espera as horas,
as semanas, os anos,
até que
tudo parou.
por Ana Souza de Magalhães
O sorriso é aberto.
O caminhar é lento.
O presente é paralelo,
e ela brinca.
O pai a espera,
a mãe a visita,
o marido é o sogro.
Ela chora, sorri.
Espera as horas,
as semanas, os anos,
até que
tudo parou.