por Renato César Batista dos Santos
Caminhava sereno e feliz
Bailava tranquilo e sumiu
Desapareceu, se diz
Esqueceu tudo e fingiu
Pegou uma balada triste
O poema gentil e sincero
Que sonhava ser livre
De coração belo
Tirou o sorriso
Da escrita alegre
Que perdeu o brilho
Reescreveram o título
Mudaram a linha
Renasceu o soneto.

Nascido no estado da Bahia, assumiu carreira no serviço público em Brasília, onde permaneceu por quase trinta anos. É professor, palestrante, amante da leitura, escreve poesias, crônicas e contos já publicados.