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A IA não é o fim, é uma ferramenta. E o mais importante continua sendo você

A IA não é o fim, é uma ferramenta. E o mais importante continua sendo você

A IA não é o fim, é uma ferramenta. E o mais importante continua sendo você

Toda vez que uma inovação aparece, parte das pessoas se assusta e outra parte se admira e abraça o novo.

A humanidade já passou por inúmeras ondas de inovação, desde a descoberta do fogo, passando pela roda, energia elétrica, trem a vapor, isso sem falar nas descobertas médicas, como os antibióticos e as vacinas.

Agora estamos diante de uma revolução tecnológica: a IA. Muito mais rápida que as outras. Quase diariamente temos notícia de uma nova inteligência artificial que pode fazer coisas inacreditáveis.

O que mais tenho visto pelas redes sociais são postagens falando que a IA vai acabar com os jornalistas, designers e profissionais da escrita. Até porque essa é a minha área, e o algoritmo acaba me entregando o que me interessa. Mas acredito que profissionais de outros setores, também já tenham sido impactados por essa sensação de ameaça.

Desde que ouvi falar, pesquisei sobre. Confesso que me sinto sempre atrás: quando testo uma IA, outra já está no ar e superando a anterior. Me maravilho com o que cada uma pode fazer para me auxiliar no dia a dia. O quanto o NotebookLM do Google pode me auxiliar em pesquisas para criação de conteúdos, como o Deep Seek pode me ajudar na revisão de textos e como o Leonardo e a IA do Canva podem auxiliar na criação de artes.

Vejo todas essas IAs como ferramentas para aprimorar ainda mais o meu trabalho e sigo testando cada uma delas. Ao escrever esse texto, soube que o Deep Seek acabou de lançar uma atualização que apresenta as mesmas ferramentas do Claude (apelidado carinhosamente de Cláudio, Claudinho ou Claudião). E já estou ansiosa para testar o Deep Seek V4.

E a conclusão que importa

Mas depois dessa divagação toda, o que eu gostaria de dizer é que, ao utilizar essas ferramentas no meu dia a dia, pesquisar e fazer alguns cursos, cheguei a uma conclusão fundamental: não adianta nada ser uma expert em IA se eu não entender o "porquê" estou usando cada uma delas.

Por isso, a pergunta que não quer calar é: qual problema eu quero resolver com o auxílio delas? Como funcionam os processos da minha empresa para que eu entenda os gargalos e possa pedir ajuda para a IA solucioná-los? E mais: como entender o que as pessoas desejam e necessitam e buscar ajuda da IA para atender essas demandas?

Posso passar horas ajustando o prompt perfeito, mas se eu não tiver inteligência emocional para liderar minha equipe, capacidade analítica para analisar uma crise ou para perceber a dor de um cliente, a melhor IA do mundo não vai me salvar .

No fim, continua sendo sobre pessoas. Sobre criatividade, ética e responsabilidade. A IA é uma excelente ferramenta de apoio para inúmeras tarefas e criações , mas a decisão, a curadoria e o acolhimento sempre serão humanos.

Então, vamos usar a tecnologia a nosso favor. Mas sem nunca terceirizar o que nos torna verdadeiramente únicos: a nossa humanidade.

Graziana Fraga

www.tecercomunicacao.com.br

Graziana Fraga é especialista em planejamento de marketing digital e criação de conteúdo para redes sociais, com mais de 20 anos de experiência na área. Fundou a Tecer Comunicação em 2009, é graduada em Relações Públicas pela UFRGS, possui especialização em Assessoria de Comunicação pela UNISC e MBA Profissional em Gestão e Marketing pela ESAB. Desde 2015, ministra oficinas de Planejamento de Marketing Digital e Criação de Conteúdo para Redes Sociais, compartilhando sua expertise com profissionais e empreendedores. Na Tecer Comunicação, atua diretamente no atendimento, planejamento estratégico e na criação de textos, sempre com foco em soluções criativas e personalizadas para seus clientes.

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