Este livro nasceu da escuta. Do que acontece no silêncio dos dias comuns e nos barulhos que não nos deixam pausar.
Pode ser aberto ao acaso. No meio do dia, antes de dormir ou quando algo dentro de você pedir silêncio.
Não são respostas. São encontros.
Cada página é um pequeno espaço de escuta para o que você sente, mas nem sempre nomeia.
Cada texto é um caminho de volta para si, sem pressa, sem barulho.
Em breve!
Algumas pessoas escrevem para explicar o mundo. Eu escrevo para escutá-lo.
Sempre tive a impressão de que a vida fala — mas fala baixo. Ela se manifesta em pequenos encontros, coincidências discretas, caminhos que parecem se abrir exatamente quando aprendemos a prestar atenção.
Demorei algum tempo para entender que não se trata de controlar o destino. Trata-se de caminhar com ele.
Essas crônicas nasceram assim: da tentativa de escutar melhor os sinais que atravessam os dias comuns.
Não são respostas. São apenas fragmentos de uma conversa silenciosa entre uma mulher e o universo.
Se, ao lê-las, você também se lembrar de algum sinal que a vida já lhe enviou, então esta conversa terá encontrado mais uma voz.